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Filipe Magalhes, Estudante de Direito
Filipe Magalhes
Comentário · há 3 anos
Eu estudei todo meu ensino médio numa escola pública. No segundo ano do ensino médio, passei para um estágio em um Banco, uma oportunidade que transformou minha vida. Lá dentro pude intensificar minha determinação para com meu futuro. E como essa intensificação se dá? Ser mais determinado? Aproveitar mais o seu tempo? Sim! Além de várias outras coisas. Comecei a estudar ainda mais do que já estudava para ingressar em um Ensino Superior, pois era motivante minhas conquistas até o momento. Pude também ter meu primeiro contato com Concursos Públicos que até hoje me agradeço muito, pois estudei muito (ainda menor de idade) para tentar uma boa pontuação para o concurso do Banco do Brasil que estava ocorrendo e hoje com 19 anos, já participei de dois concursos do BB e um do INSS. Hoje sou estudante de Direito com meia bolsa pelo ProUni, e antes das críticas quanto as condições de arcar com a outra parte, se eu não as tivesse, não teria parado minha vida. Teria buscado uma pública, sem desistir. Agora, enquanto estudava no ensino médico em uma escola pública, lá observava bastante a interação entre negros e brancos. Observava as diversidades. Tinha eu um amigo negro e ele era bem popular na escola, bem mais do que eu. Ele também tirava boas notas, era muito interativo e sempre estava a frente de vários eventos da escola. Ele era apoiado e não era discriminado. Era igual eu em questão de direitos e oportunidades. Ele também foi chamado para um estágio no TRE na comarca de minha cidade. Acredito que em questão de oportunidades ele teve o suficiente para buscar realizar seus projetos pessoais. Concluindo: Não vi em minha escola motivos para um negro necessitar de cotas em universidade, já que além de nossas oportunidades iguais, tínhamos a estima necessária para concorrer equitativamente em uma faculdade, sendo necessário, além disso, tão somente aquele esforço pessoal desvinculado do que a escola e aquele meio social fornecia. Ou seja, além daquilo, só dependia de mim e só dependia dele. Só não prego como absoluto porque não conheço outras realidades.
Texano  , Bacharel em Direito
Texano
Comentário · há 3 anos
Essa é a demonstração da doença que o esquerdismo traz consigo. Eu queria saber se, no caso, fosse um padre católico deitado, nu e sendo tocado pela menininha, se o discurso de que "é arte" permaneceria o mesmo. Eu duvido! Seriam os primeiros a vociferar que padres católicos são pedófilos desde o início do cristianismo e desejariam as piores punições possíveis. São os mesmos que vociferam que um assovio para uma mulher é um ultraje e merece punição rigorosa, mas um adulto nu ser tocado por uma criança de 4 anos, é "arte".

Esquerdismo é doença, para essa gente tudo vale em nome de alguma coisa. Tudo que eles desejam e nominam como arte, na cabeça doentia deles vira arte, até quadros de zoofilia, de ejaculação na face e dinâmica sensorial entre crianças e adultos nus. E ai de quem ousar contrariá-los, sob os mesmos jocosos apelidos de sempre, "fascista", "machista", "careta", "nazista", "coxinha" e afins, autointitulam-se artistas e donos da verdade.

Quem apoia esse tipo de coisa e essa gente, certamente possui problemas de ordem psicológica e deveria procurar um médico. Isso não é arte, não é natural, embora eles afirmem que seja, e nunca será aceito. Já disse em outro comentário. Ou a esquerda aceita que o Brasil é formado por conservadores e cristãos (estes últimos ao menos 86%) e que nunca aceitaremos que devassem a inocência das nossas crianças, ou as autoridades deverão agir energicamente. Não é possível continuar alimentando que criança ser exposta a imagens de pedofilia, zoofilia, ejaculação, toques de cunho sexual ou seja lá o que eles queiram e que sempre, invariavelmente, possui sexo no conteúdo, sob o manto de ser "arte moderna", seja realizado e ainda por cima com dinheiro suado dos pagadores de impostos. Não passam de covardes.

E essa mãe, se é que eu posso chamá-la assim, que instiga a própria filha a tocar o homem nu, deveria ser penalizada, até mesmo perder o poder familiar. Isso não é mãe, é uma pessoa doente que usa a filha para experimentos sociais e ideológicos.
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